Acerca | About

A Arte das Musas desenvolve, desde 2001, uma filosofia de intervenção na sociedade intimamente ligada à arte, à cultura e à comunicação. Na última década estabeleceu uma extensa rede nacional e internacional de parcerias com entidades públicas e privadas, festivais e salas de espectáculo que resultaram em projectos de grande relevância. De 2003 a 2011, com o apoio do Ministério da Cultura (agora Secretaria de Estado da Cultura) e da Direcção-Geral das Artes (antes IPAE e IA) e de inúmeras entidades, públicas e privadas, regionais e nacionais (Delta Cafés, EDIA, Admninistração do Porto de Sines, Autarquias, Governos Civis, Regiões de Turismo, etc…), desenvolveu, entre outros projectos, a programação e produção do seu projecto original Festival Terras sem Sombra de Música Sacra do Baixo Alentejo entendido, pela especialidade, como um dos mais relevantes projectos de programação musical descentralizada da primeira década do novo século. Este projecto procurou dar especial ênfase aos novos valores da música erudita em Portugal, oferecendo um palco de carácter internacional e englobando-os numa programação que integrou, a par, nomes, nacionais e internacionais, de maior estatuto, como é o caso de Jordi Savall (ESPANHA), Les Fin’Amoureuses (FRANÇA), Bernard Brauchli (SUIÇA) ou do Coro Gulbenkian (PORTUGAL).

A par da produção e programação cultural, a Arte das Musas tem vindo a investir, com o apoio do Ministério da Cultura (agora SEC) e com sucesso reconhecido pelo público e especialidade, nacional e internacional, na criação e/ou acolhimento de projectos originais de edição discográfica, de programação e de circulação. Estes projectos, centrados na criação de novas linguagens de fronteira e de “quasi” ruptura com paradigmas mais ou menos institucionalizados, procuram fomentar as bases estéticas e conceptuais da criação artística contemporânea nacional que têm sido preteridas pelas editoras “mainstream”. Um dos mais interessantes representantes deste processo criativo tem sido o consort de música antiga e contemporânea Sete Lágrimas, dirigido por Filipe Faria (fundador da Arte das Musas) e Sérgio Peixoto, com o qual a Arte das Musas desenvolve um projecto estratégico editorial anual com o objectivo de contribuir para esta tendência internacional das novas linguagens musicais de cruzamento bem como para a valorização do património material e imaterial português e ainda para a valorização do trabalho artístico profissional dos músicos portugueses. Todas as edições discográficas da Arte das Musas contam com distribuição nacional e internacional.

A etiqueta MU, fundada em 2006 pela Arte das Musas, apresenta-se com um projecto editorial independente vocacionado para a música antiga, para a música contemporânea e para as músicas de fronteira e do mundo que procura potenciar a distribuição nacional e internacional, com uma forte aposta na direcção artística, na comunicação gráfica e nas novas tecnologias, de projectos inovadores com linguagens próprias. O nome MU tem origem num conjunto alargado de significados associados a esta expressão em diversas culturas. Na Antiguidade Clássica era utilizada na expressão “Alpha, Mu e Omega” que significava o princípio, o meio e o fim de todas as coisas.