Somos uma produtora e editora independente fundada em 2001, em Lisboa, para “pôr as coisas fora do lugar”. No nosso material genético está o desenho e o desenvolvimento de projectos de conceito original com uma pequena equipa que se divide entre Lisboa e Idanha-a-Nova (UNESCO Creative City of Music).
— Filipe Faria, Director e Fundador da Arte das Musas

Capa CD "De la mar" por Noa Noa © Filipe Faria 2016

 

ARQUIVOS

 

PRINCIPAIS PROJECTOS

Festival Fora do Lugar (2012-)
Sete Lágrimas (1999-)
Noa Noa (2012-)
Todas as noutes passadas (2016-)
Como dormirão meus olhos (2017-)
Festival Terras sem Sombra (2003-2010)

 

CLIENTES E PARCEIROS INSTITUCIONAIS

Ministério da Cultura
Secretaria de Estado da Cultura
Direcção-Geral das Artes (DGArtes)
Instituto das Artes (IA)
Instituto Português das Artes do Espectáculo (IPAE)
Direcção Regional de Cultura dos Açores
Direcção Regional dos Assuntos Culturais da Madeira
GPEARI – Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais
Direcção-Geral de Cultura do Alentejo
Inspecção-Geral do Trabalho

Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação Centro Cultural de Belém
Instituto Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Fundação Inês de Castro
Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Parques de Sintra – Monte da Lua
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas CESEM
Rádio e Televisão de Portugal SA
Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro
Universidade de Coimbra
Museu de Aveiro
TEMA – Teatro de Aveiro

Junta de Castilla y Leon – Consejería de Cultura y Turismo (Espanha)
Instituto Cultural R.A.E. de Macau (Macau/China)
Stockholm Early Music Festival (Estocolmo/Suécia)
Association Entracte (Sablé/França)
Gent Festival van Vlaanderen (Ghent/Bélgica)
International Festival W. A. Mozart in Rovereto (Rovereto/Itália)
Collegium Marianum – Týnská škola s.r.o. (Praga(República Checa)
Český Rozhlas (Praga/República Checa)
Opéra de Lille (Lille/França)
Fundación Juan March (Madrid/Espanha)
Fundación Municipal de Cultura, Educación y Universidad Popular (Gijón/Espanha)
Secretaría General Iberoamericana (SEGIB) (Espanha)
Diputación Provincial de Jaén (Área de Cultura y Deportes) (Úbeda/Espanha)
Zonzo Compagnie VZW (Antuérpia/Bélgica)
Lauda Música (Baeza/Espanha)
Europac (MadridEspanha)

Câmara Municipal de Idanha-a-Nova
Câmara Municipal de Oeiras
Câmara Municipal de Sines
Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Câmara Municipal de Almodôvar
Câmara Municipal de Alvito
Câmara Municipal de Aljustrel
Câmara Municipal de Castro Verde
Câmara Municipal de Moura
Câmara Municipal de Mértola
Câmara Municipal de Castelo Branco
Câmara Municipal da Guarda
Câmara Municipal de Beja
Câmara Municipal de Odemira
Câmara Municipal da Moita
Câmara Municipal de Loulé
Câmara Municipal de Penela
Câmara Municipal de Oeiras
Câmara Municipal de Grândola
Câmara Municipal de Oliveira do Bairro
Câmara Municipal de Loulé
Junta de Freguesia de Santo Condestável
Junta de Freguesia de Alcântara
Junta de Freguesia de Carnide

FNAC Portugal
Livraria Fonte de Letras
Discoteca Coimbra
Livraria Ponte do Raro
Livraria Index
Livraria Almedina
Distribuidora Dargil
Distribuidora VGM
TFM Centro do Livro
Porto Editora – WOOK
Livraria 100ª página
Livraria Sá da Costa
Livraria Ler
Livraria Colibri
Culturminho
Ao pé das letras
Livraria Minho
Leitura Books and Living – Bom Sucesso/Porto
Leitura Books and Living – Ceuta/Porto
Casa dos Músicos
Romaclassicmusic
Universidade de Aveiro – Livraria
Discoteca Megahits
UNICEPE – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, CRL
Bulhosa Livreiros
Publicaciones de Arquitectura y Arte S.L. (Espanha)
H&D Livraria
Livraria Fundamentos
Zapspeed
Bicho e Filhos
Stradivarius – Espaço de Música
Toshiya Kaneda – Sarabande Co., Ltd. (Japão)

Delta Cafés
Academia de Música Antiga de Lisboa
Teatro Independente de Loures
Capela de Nossa Senhora da Bonança
Auditório Vita
Exacto, Estudos e Planeamento
Associação Musical Lisboa Cantat
Projecto Alkantara
Algarpalcos
Dominforum (Parceris)
Mapa das Ideias
Associação Coro de Lagos
Orfeão de Leiria
Azimute – Design em Mobiliário
Arena – Automação Industrial
Associação APARM – Academia Portuguesa de Artes Musicais
Orfeão de Leiria Conservatório de Artes, Associação
Almamúsica
Centro Paroquial do Estoril
Melodias à Deriva
Escola de Artes da Bairrada
Associação Divino Sospiro
Academia de Produtores Culturais

 

Arte das Musas

A Arte das Musas foi fundada em 2001, por Filipe Faria, para “pôr as coisas fora do lugar”. No nosso material genético está o desenho e o desenvolvimento de projectos de conceito original com uma pequena equipa que se divide entre Lisboa e Idanha-a-Nova (UNESCO Creative City of Music).

Nos últimos 15 anos trabalhámos em contextos urbanos e rurais e estabelecemos uma extensa rede, nacional e internacional, de parcerias com entidades públicas e privadas, festivais e salas de espectáculo que resultaram em tipologias tão diferentes como a programação, a produção, a comunicação, o management ou o design assente numa filosofia de trabalho ligada à intimidade e ao desafio da arte, da cultura e da comunicação

Em 2014/2015, a convite do Município de Idanha-a-Nova, a Arte das Musas participa na Comissão da Candidatura daquela vila à Rede das Cidades Criativas da UNESCO no âmbito da música, tendo sido designada como “Creative City of Music” em Dezembro de 2015.

Desde 2003 contamos com o apoio estrutural do Ministério da Cultura, da Direcção-Geral das Artes. e de inúmeras entidades, públicas e privadas, regionais e nacionais (Delta Cafés, EDIA, Admninistração do Porto de Sines, Autarquias, Governos Civis, Regiões de Turismo, etc…) e desenvolvemos, entre outros projectos, de 2003 a 2010, a programação e produção do projecto original Arte das Musas intitulado Festival Terras sem Sombra do Baixo Alentejo. Este Festival percursor foi entendido pela crítica como um dos mais relevantes projectos de programação musical descentralizada da primeira década do novo século. O projecto procurou dar especial ênfase aos novos valores da música erudita em Portugal, oferecendo um palco de carácter internacional e englobando-os numa programação que integrou, a par, nomes de maior estatuto, nacional e internacional, de onde se destaca o nome de Jordi Savall (Espanha).

Em 2012, no contexto da parceria com o Município de Idanha-a-Nova, que se iniciou no ano anterior com o projecto europeu Oralities/Oralidades, desenhámos o Festival Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antigas, um novo projecto de programação de conceito original que bebia da experiência de 7 anos com o Terras sem Sombra.

Nascido num momento de grande incerteza e perplexidade – no qual tudo parecia estar fora do lugar – o Festival procura desafiar a comunidade artística e o público nacional a encontrar, na arte, uma renovada esperança de diálogo entre a ancestralidade e a contemporaneidade, entre a arte do mundo, a da academia e a das tradições populares. A promoção destes diálogos nestes dias aparentemente cinzentos têm o poder de promover a valorização das tradições regionais do nosso país, quando integradas numa programação descentralizada, descomplexada mas preocupada com a formação de novos públicos para as artes antigas, raízes do tempo presente…

O Festival tem como objectivo promover e desenvolver um projecto de fusão entre a ancestralidade e a contemporaneidade e o diálogo da arte e da cultura com o património, as tradições e a ecologia humana. Este é um espaço onde a experimentação, a aprendizagem, a fruição musical e cultural, a criação, o diálogo e a promoção de novas linguagens é enquadrada por um contexto complementar de relação com os espaços patrimoniais – expectáveis ou inesperados – da cultura erudita, da cultura popular ou da arqueologia industrial e agrícola e ainda com as tradições populares e os aspectos de ecologia humana.

O Fora do Lugar abre a porta de lagares ancestrais onde ainda se pode cheirar o azeite, capelas antigas de pedra e arte, casas familiares históricas, hangares de fábricas agrícolas, vivas ou desactivadas, palacetes oitocentistas e outros centros de cultura.

A rede de parcerias regional potencia a promoção dos fabulosos destinos patrimoniais do concelho de Idanha-a-Nova e a valorização da massa crítica que nos últimos anos o município tem vindo a manter, com assinalável sucesso, num conjunto de iniciativas de programação integradas.

O Festival conta com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Governo de Portugal), Direcção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Naturtejo, Aldeias Históricas, Centro Cultural Raiano e do Projecto Oralidades/UE.

A par da produção e programação cultural alargámos o âmbito da nossa actividade à edição, em 2006, com reconhecido sucesso pelo público e especialidade, nacional e internacional, com a etiqueta “MU por Arte das Musas”. Este projecto promove a criação de projectos originais de edição discográfica, de programação e de circulação. Os projectos, centrados na criação de novas linguagens de fronteira e de quase ruptura com paradigmas mais ou menos institucionalizados, procuram fomentar as bases estéticas e conceptuais da criação artística contemporânea nacional que têm sido preteridas pelas editoras “mainstream”.

MU apresenta-se com um projecto editorial independente vocacionado para a música antiga, para a música contemporânea e para as músicas de fronteira e do mundo que procura potenciar a distribuição nacional e internacional, com uma forte aposta na direcção artística, na comunicação gráfica e nas novas tecnologias, de projectos inovadores com linguagens próprias. O nome MU tem origem num conjunto alargado de significados associados a esta expressão em diversas culturas. Na Antiguidade Clássica era utilizada na expressão “Alpha, Mu e Omega” que significava o princípio, o meio e o fim de todas as coisas.

Um dos mais interessantes representantes deste processo criativo tem sido o consort de música antiga e contemporânea Sete Lágrimas.(...)