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Aella (Irlanda/Ireland, Itália/Italy, França/France, Espanha/Spain, Finlândia/Finland)

Dave Boyd

AELLA

Irlanda/Ireland, Itália/Italy, França/France, Espanha/Spain, Finlândia/Finland

Sex. / Fri.
7.12.18 > 21:30
Ladoeiro
SAIPOL

Karoliina Kantelinen, voz/voice, kantele (Finlândia/Finland)
Simona Gatto, voz/voice, sanfona/hurdy-gurdy. bendir (Itália/Italy)
Montserrat Ruiz, voz/voice, pandeiro quadrata (Espanha/Spain)
Laetitia Marcangeli, voz/voice, bendir (França/France)
Dave Boyd, percussão/percussion, drones (Irlanda/Ireland)

PRINCIPAL/MAIN MÚSICA/MUSIC CONCERTO/CONCERT

Lotação/Capacity 100 pax
Duração/Duration +-60’

PT Entrada livre sujeita à lotação das salas. Por motivos de segurança a porta será encerrada assim que a lotação estiver preenchida. As portas abrem +-30‘ antes do início dos concertos.

EN Free entry subject to room capacity. For safety reasons, the door will be shut as soon as the room is full to capacity. Doors open +-30’ before the concerts start.

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Elemental voices*

PT Uma reunião única de vozes femininas europeias especializadas na interpretação contemporânea da canção antiga.

EN A unique gathering of European women vocalists specialising in contemporary interpretations of ancient song.

*Vozes elementares

PT Este projeto foi especialmente criado por Dave Boyd - reunindo inspiradoras intérpretes contemporâneas de canções para mulheres das tradições carélia, córsega, grega, italiana e ibérica - para o Festival Fora do Lugar, a convite do seu director, na sequência do sucesso de colaborações anteriores em 2016 e 2017. Artistas internacionais foram convidados para se reunirem em Idanha-a-Nova e tomarem parte na criação de um espetáculo único. Esta é a única ocasião em que o grupo actuará em conjunto. As canções foram especialmente arranjadas nos dias anteriores ao concerto, e certos elementos da actuação serão improvisados. O processo de ensaios foi deliberadamente deixado em aberto, para permitir o florescimento de novas ideias, na troca de conceitos e experiências musicais. Aella era uma das guerreiras amazonas das lendas gregas, cujo nome significa «furacão».

EN This project has been created especially by Dave Boyd - bringing together inspirational contemporary interpreters of women’s song from Karelian, Corsican, Greek, Italian, and Iberian traditions - for Fora do Lugar at the invitation of the festival director, following the success of previous cultural collaborations in 2016 and 2017. International artists are invited to come together in Idanha-a-Nova to share in the creation a unique performance. This is the only occasion this group will perform together. The songs have been specially arranged in the days before the concert and some elements of the performance will be improvised. The process of rehearsals is deliberately left open so that new ideas can flourish in the exchange of musical ideas and experiences. Aella was one of the female Amazon warriors of Greek legend - her name meaning ‘whirlwind”

Dave Boyd

PT Dave Boyd é director musical, produtor, multi--instrumentista e educador. A sua carreira inclui performance, gravação e composição para teatro, dança, cinema e televisão, que combina com digressões internacionais e o ensino. Trabalhou com, entre outros, The Royal Shakespeare Company, The Abbey Theatre Dublin, BBC, RTE, Retina Dance Company, Scottish Ballet, Companhia Nacional de Bailado, Fabulous Beast Dance Theatre, Edinburgh Festival Theatre, The Roundhouse, Londres, The Festival of World Cultures, British Council India, English National Opera, Cidades da Música da UNESCO, Glasgow e Idanha-a-Nova, e é membro do corpo docente do Tamburi Mundi Festival e da Escola Superior de Dança. Está actualmente disponível o seu último álbum, Salvage.

EN Dave Boyd is a musical director, producer, multi-instrumentalist and educator. His career embraces performance, recording and composition for theatre, dance, film and television, combined with international touring and teaching. He has worked with, among many others, The Royal Shakespeare Company, The Abbey Theatre Dublin, BBC, RTE, Retina Dance Company, Scottish Ballet, Companhia Nacional de Bailado, Lisbon, Fabulous Beast Dance Theatre, Edinburgh Festival Theatre, The Roundhouse, London, The Festival of World Cultures, British Council India, English National Opera, UNESCO Cities of Music Glasgow and Idanha-A-Nova and is a member of the teaching staff at Tamburi Mundi Festival and Escola Superior de Dança. His current album Salvage is available now.

Karoliina Kantelinen

Karoliina Kantelinen

PT Karoliina Kantelinen é cantora e etnomusicóloga especializada em diferentes estilos de canto étnico. Formas de cantar étnicas e bluegrass, bem como uma voz clássica, natural e expressiva, ressoam do mesmo instrumento. Com a sua voz inconfundível de ampla extensão vocal, é também conhecida por ser uma cantora cuja capacidade única abrange uma variedade de emoções, desde a angústia à sensibilidade compassiva. Como missão musical, Karoliina revitalizou e dominou a tradição perdida dos yoiks e lamentos vienenses-carélios. Karoliina Kantelinen faz-se acompanhar por kanteles de 10 e 14 cordas e por diversas flautas tradicionais, que a própria toca.

Conhecida por desafiar a velhas ideias e conceitos estabelecidos relativos à interpretação de yoiks carélios, Kantelinen usa os estilos tradicionais fino--úgricos como inspiração para novas composições contemporâneas de base popular. Compõe, igualmente, para diversos ensembles.

Actualmente, estuda canto clássico no Conservatório de Nápoles, havendo-se formado na Universidade de Helsínquia (Mestrado em Musicologia), e encontrando-se a concluir um curso no programa de Doutoramento em Artes do Departamento de Música Popular da Academia Sibelius. Ensina canto popular na Academia Sibelius.

Tem vindo a actuar a solo no Japão, Alemanha, Suíça, França, Bélgica, Espanha, Canadá, Sérvia e muitos outros países. Em 2017-2018, participou como cantora na ópera-ballet The Land of Kalevala, com a Ópera Nacional Finlandesa. Em janeiro de 2013, apresentou concertos no Auditório de Música de Câmara da Berliner Philharmoniker, com a sua composição Karelia Yoik – sinfonia (Kantelinen-Kähler).

Karoliina actua a solo, mas também com diversos ensembles, por exemplo, o internacionalmente conhecido grupo de música popular finlandesa Värttinä, entre outros, tendo cantado em mais de 50 álbuns.

Para além das suas actuações, dá aulas e workshops por todo o mundo, de canto popular, yoiks e lamentos carélios.

EN Karoliina Kantelinen is a singer and an ethnomusicologist who is specialized in different ethnic singing styles. Ethnic and bluegrass ways of singing as well as a classical and a bright natural voice comes from the same instrument. With her distinctive broad-ranged voice, she is also known as a singer whose unique ability spans a range of emotion from anguish to compassionate sensitivity. As a musical mission Karoliina Kantelinen has revitalized and mastered the lost tradition old Viena-Karelian yoiks and laments. Karoliina Kantelinen accompanies herself with 10- and 14 -string kantele and with different traditional flutes.

Known for challenging the old established ideas and concepts of interpreting Karelian yoiks, Kantelinen uses the Finno-Ugrian traditional styles as her inspiration for new contemporary folk-based compositions. She composes also for different ensembles.

Kantelinen has been studying classical singing in the conservatory of Naples, gradu- ated from University of Helsinki (Master of Musicology) and currently she is finishing her post graduation studies at Sibelius-Academy’s Folk Music Department in the Doctor of Arts -program. Currently she teaches folk singing at Sibelius-Akcademy.

Karoliina Kantelinen has been touring as solo in Japan, Germany, Switzerland, France, Belgium, Spain, Canada, Serbia and in many other countries. In 2017-2018 Karoliina was singing at the Finnish National Opera in “The Land of Kalevala” opera- ballet. January 2013 she had concerts in the Berlin Philharmonic Concert and Cham- ber Halls with her composition “Karelia Yoik” –symphony (Kantelinen-Kähler).

Karoliina performs as solo but also in different ensembles: the world wide known Finnish folk music band Värttinä, etc, Kantelinen has been singing in over 50 records.

Besides performing, she also gives lectures and workshops all over the world in folk style singing, Karelian yoiks and laments.

Laetitia Marcangeli

Laetitia Marcangeli

PT Laetitia Marcangeli é cantora e tradutora. É especialista em poesia europeia, centrando-se na poesia grega. Nascida numa família amante da música e de músicos clássicos, não foi capaz de escolher entre a música e a poesia, tendo estudado filologia clássica e literatura comparativa na Sorbonne ao mesmo tempo que praticava piano, estudava canto clássico, e trabalhava com coros clássicos. É doutorada em literatura, focando-se na poesia antiga e moderna europeia, especialmente ne género da elegia, desde a antiguidade até à idade moderna.

Laetitia canta repertório tradicional da Europa mediterrânica - especialmente da Córsega e da Grécia. Em França, cantou com os grupos Voleurs de Thrace e Elliniko Trio (com o bouzoukista Christos Drakos). Trabalhou com os compositores gregos Nikos Papadogiorgos e Dora Stalidou, e interpretou vocais solo arábicos na obra Stabat Mater, de Karl Jenkin, com ensemble e coros clássicos. Canta também com o músico Fady Zakar, num dueto chamado Songs from Sea and Mountain, e com o grupo Kyclos (reportório grego, especialmente de Creta e da Ásia Menor).

EN Laetitia Marcangeli is a singer and translator. She is an expert in European poetry, specialising in the poetry of Greece. Born into a music-lover and classical musicians family, she could not choose between music and poetry, studying classical philology and comparative literature at The Sorbonne, and at the same time practicing piano and studying classical singing, and working in classical choirs. Her PhD (“Doctorat”) is in Literature, focusing on ancient and modern European poetry, especially the genre “Elegy” from antiquity to modernity.

Laetitia sings traditional repertoire from Mediterranean Europe - especially Corsica and Greece. In France she sang with groups “Voleurs de Thrace”, “Elliniko Trio” (with bouzoukist Christos Drakos). She has worked with the Greek composers Nikos Papadogiorgos and Dora Stalidou, and interpreted solo Arabic voice in Jenkin’s Stabat Mater, with classical ensemble and choir. She also sings with the musician Fady Zakar, in a duet named “Songs from sea and mountain”, and in his group “Kyclos” (Greek repertoire, especially from Crete and Asia Minor).

Jagged Mountain/Laxula/Montserrat Ruiz

Jagged Mountain/Laxula/Montserrat Ruiz

PT Jagged Mountain/Laxula/Montserrat Ruiz é uma cantautora espanhola estabelecida no Reino Unido desde 1993. Depois de anos a tocar como membro da comunidade grassroots internacional de Londres com a sua banda LaXuLa, produziu o seu primeiro álbum In X-ile, lançado em 2007, no qual reuniu influências ecléticas, do flamenco às linhas de baixo latino-americanas, ecos do leste europeu, com uma carismática atitude sobre o palco ao estilo “gipsy rock”. Este álbum chamou a atenção da imprensa britânica, que o avaliou de forma muito positiva, o que lhe abriu as portas dos mais conhecidos festivais e casas de espetáculo de world music de toda a Europa..

O progresso natural exigiu que LaXuLa se reinventasse com uma sonoridade mais “folk rock”, que se lançou a produzir um novo álbum a lançar em 2010. Infelizmente Maps Gravity & Miracles nunca chegou a ver a luz do dia.

Em 2015, após três anos de silêncio total, um doloroso ritual de passagem, uma peregrinação e uma promessa à terra dos seus antepassados, a Catalunha, ajudaram a incubar a nova direção de Montserrat - Jagged Mountain. As experiências musicais trouxeram-na de volta às suas raízes perdidas, pela mão de romances tradicionais espanhóis, particularmente aqueles que narram a vida e as histórias de mulheres antigas da Península Ibérica. Com um pedal de loop como membro da banda, esta ferramenta extremamente limitada para a composição é um reflexo da experiência de vida condicionada, por vezes assemelhando-se a um limbo, de um imigrante «preso entre mundos e culturas linguísticas, entre o velho e o novo». Após um ano de «Romances», Jagged Mountain/LaxuLa aventurou-se na tradição sefardita e as suas arcaicas e lamentosas (por razões óbvias) canções de exílio.

"Recentemente, foram-me confiadas velhas canções de trabalho espanholas, aquelas que eram cantadas pelo povo enquanto trabalhava a terra. Estas jóias telúricas conquistaram o meu coração. Estas canções têm algo de bruto e intacto, bravio e mnemónico: são como o som da própria terra chamando-nos de volta a casa. Será minha a honra de trazer algumas destas canções ao Fora do Lugar, com um tão extraordinário ensemble Encontro-me actualmente a trabalhar no meu próximo álbum Herzaloide’s Tears."

EN Jagged Mountain/Laxula/Montserrat Ruiz is a Spanish born singer-songwriter artist based in the UK, since 1993. After years of playing as part of London’s International grassroots community with her band LaXuLa, she self-produced her first album ‘In X-ile’ released in 2007 which gathered eclectic influences from Flamenco to Latin baselines, east European echoes and a charismatic stage Gipsy Rock attitude, This album caught the eye of the British press that rated it highly subsequently opening the doors of most recognized European World music Festivals and venues.

The natural progression onto a second album required of LaXuLa to reform onto a more Folk Rock outfit, which conceived an offspring about to be delivered by 2010, sadly Maps of Gravity & Miracles was never born.

In 2015 following three years of total silence, a painful rite of passage, a pilgrimage and a promise to the land of her ancestors Catalunya, helped to incubate the new direction of Montserrat - Jagged Mountain, her musical experiments brought her back closer to the lost roots by the hands of Spanish traditional romances particularly the ones that narrated lives and stories of the ancient women of the Iberian peninsula; with a loop pedal as band member this extra limited tool for composition was a reflection of the sometimes limbo-like restricted life experience of an immigrant in which ‘you are caught in between worlds and languages cultures the old and the new” after a year of “Romances” Jagged Mountain- LaxuLa ventured onto the Sephardic tradition and their archaic lamenting songs of exile for obvious reasons.

"Recently I’ve been entrusted with Spanish Old working songs, the ones that were sung by the people whilst doing the labours of the land, these telluric Jewels have claimed me, there is something raw and intact wild and mnemonic in these working songs they are like the sound of the soil itself calling us back home, It will be my honour to bring a couple of these songs to Fora do Lugar with such an exquisite ensemble. Currently I’m working on my next album Herzaloide’s Tears."

Simona Gatto

Simona Gatto

PT Simona Gatto é uma cantora, multi-instrumentista, dançarina e compositora nascida em Orvieto, Itália, que se dedica apaixonadamente a investigar tradições e culturas antigas.

As suas origens calabresa e siciliana deram-lhe um profundo amor pelas tradições, na vida como na música; foi por esta razão que começou a cantar canções e músicas de embalar que lhe foram transmitidas pelos seus pais.

Enquanto frequentava um curso de línguas, Simona passou um ano na Bretanha francesa, onde entrou em contacto com o rico legado da cultura e música bretãs e, de um modo mais geral, com as coloridas tradições musicais das chamadas «nações celtas».

Começou a tocar bodrhrán e flauta irlandesa e fundou, em 2009, o duo Alarc’h, em conjunto com a artista Marta Celli, com quem tocou nos principais festivais de música céltica e popular em Itália e na Europa. As Alarc’h lançaram dois álbuns, incluindo canções tradicionais e composições originais: The Rambling Tree (2010) e Caminantes del Azul (2013), enquanto que a canção «Le Miroir aux Fees» foi incluída no livro Berceuses et Légendes de Broceliande da editora francesa Prikosnovenie.

As suas raízes mediterrânicas levaram-na a Creta, em 2012, onde descobriu as tradições de música modal de todo o mundo na Labyrinth Musical School, dirigida por Ross Daly. Nesta escola, assistiu a seminários de canto clássico otomano com Ahmet Erdogdular, de pandeiro com Zohar Fresco, de música modal com Christos Barbas, e de música afegã com Daud Khan Sadozai.

Em 2013, estudou canto clássico hindustânico, em Calcutá, com Vidushi Sangeeta Bandyopadhyay (estilo khayal), e em Bhopal com Pandits Gundecha Brothers (estilo dhrupad).

A sua evolução pessoal e artística levaram-na a conquistar, nos últimos anos, novos campos artísticos, descobriu, investigou e tocou música antiga, medieval e sefardita, bem como turca, grega e occitana.

Compôs músicas e letras para Il Canto nell’Antro, um espetáculo original para harpa celta e orquestra de cordas, encomendada pelo Festival de Ravena (Itália), estreado em 2015. Este espectáculo inspira-se nas lendas e mitologias das Aguanas, seres femininos das Dolomitas, constituindo-se como tributo a todas as mulheres e ao lado feminino.

Desde 2010 que Simona tem vindo a actuar em várias partes do mundo, levando a palco um amplo repertório de canções tradicionais, música antiga, música sefardita e composições originais por toda a Europa, na Índia e na China. Colabora com Efrèn Lopez, Aleksandar Karlic, Baba Sissoko, Almoraima, Finis Terrae e o Conservatório de Música Benedetto Marcello, de Veneza. Actualmente, o seu principal projecto é Ephemeris, em conjunto com o alaudista Davide Gazzato, no qual segue os caminhos das rotas de peregrinagem medievais e da diáspora sefardita.

EN Simona Gatto is a singer, multi-instrumentalist, dancer and composer born in Orvieto, Italy, who passionately researches ancient traditions and cultures.

Her Calabrian and Sicilian origins gave her a strong love for the traditions, in life as well as in music; that is why she started singing songs and lullabies that were passed on to her by her parents.

While pursuing her degree in languages, Simona spent one year in French Brittany, where she came in contact with the rich legacy of Breton culture and music, and more in general, with the colorful musical traditions of the so called “Celtic nations”.

She started playing bodhrán and tin whistle, and founded in 2009 the duo “Alarc’h” together with the harpist Marta Celli, with whom she played in the main Celtic and folk festivals in Italy and Europe. Alarc’h released two albums, including traditional songs and original compositions: “The Rambling Tree” (2010) and “Caminantes del Azul” (2013), while the song “Le Miroir aux Fees” was included in the book “Berceuses et Légendes de Broceliande” edited by the French label Prikosnovenie.

Her Mediterranean roots led her to Crete in 2012, where she discovered modal musical traditions from around the world at the Labyrinth Musical School, directed by Ross Daly. There she attended seminars of Classical Ottoman singing with Ahmet Erdogdular, frame drums with Zohar Fresco, modal music with Christos Barbas, and Afghani music with Daud Khan Sadozai.

In 2013 she studied Hindustani classical singing with Vidushi Sangeeta Bandyopadhyay in Kolkata (Khayal style) and with Pandits Gundecha Brothers in Bhopal (Dhrupad style).

Her personal and artistic evolution led her to conquer new creative fields in recent years; she has discovered, researched and played early, medieval and Sephardic music, as well as Turkish, Greek and Occitan songs.

She composed music and lyrics for “Il Canto nell’Antro”, an original show for celtic harp and string orchestra, commissioned by Ravenna Festival (Italy) and performed for the first time in 2015. It is inspired by legends and mythologies of the “Anguane”, feminine beings from Dolomites mountains and it is a tribute to all women and to the feminine side.

Since 2010 Simona has toured many parts of the world, performing across Europe, in India and China, a broad repertoire of traditional songs, early music, Sephardic music and original compositions. She collaborates with Efrèn Lopez, Aleksandar Karlic, Baba Sissoko, Almoraima, Finis Terrae, and Conservatorio ‘B.Marcello’ of Venice. Now her main project is “Ephemeris”, together with the lutenist Davide Gazzato, in which she follows the paths of medieval pilgrim routes and of Sephardic diaspora