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Les Kapsber'girls (França/France)

LES KAPSBER'GIRLS

LES KAPSBER’GIRLS

França/France / Suiça/Switzerland

Sex. / Fri.
30.11.18 > 21:30
Salvaterra do Extremo
Pavilhão do Bodo

Alice Duport-Percier, soprano
Axelle Verner, mezzo-soprano
Barbara Hunninger, viola da gamba
Albane Imbs, arquialaúde/archilute, guitarra barroca/baroque guitar, direcção/direction

PRINCIPAL/MAIN MÚSICA/MUSIC CONCERTO/CONCERT

Lotação/Capacity 150 pax
Duração/Duration +-60’

PT Entrada livre sujeita à lotação das salas. Por motivos de segurança a porta será encerrada assim que a lotação estiver preenchida. As portas abrem +-30‘ antes do início dos concertos.

EN Free entry subject to room capacity. For safety reasons, the door will be shut as soon as the room is full to capacity. Doors open +-30’ before the concerts start.

Vous avez dit Brunettes?*

PT Canções populares francesas do século XVIII: Airs de Cour e Brunettes... Disseste Brunettes (morenas)?

EN French popular songs of the 18th century: Airs de Cour and Brunettes... Have you said Brunettes?

*Disseram Brunettes (morenas)?/Have you said Brunettes?

PT Vous avez dit Brunettes? foca-se em canções «populares» francesas do século XVIII, chamadas Airs de Cour ou, mais especificamente, Brunettes. Estas canções apareceram pela primeira vez em três volumes organizados e editados em 1703, 1704 e 1711 por Christophe Ballard (1641-1715), impressor e editor oficial de música do Rei Sol. Representam, na sua totalidade, uma compilação de mais de 516 árias.
Originalmente, as Brunettes eram antigas melodias populares de tradição oral, frequentemente monódicas, executadas a capella. Ballard acrescentou vozes adicionais, baixos e harmonização, de acordo com o gosto da época. Revelaram-se, de imediato, um enorme sucesso entre as classes média e média-alta e a nobreza. As Brunettes tornaram-se, igualmente, um repertório pedagógico para o ensino do canto, exactamente da mesma forma que as canções pop são hoje utilizadas!
Christophe Ballard abriu o seu primeiro volume com a canção «Le Beau Berger Tircis», dando assim às Brunettes o seu nome, retirado do refrão «Ah! Petite Brunete, Ah! Tu me fais mourir!».
O filho de Christopher, Jean Baptiste, sucedeu a seu pai, editando vários outros cancioneiros de Brunettes e Airs de Cours.
Podemos equiparar estas canções ligeiras e a sua incrível popularidade à música pop contemporânea. Eram muitíssimo famosas e, à excepção do facto de as figuras mitológicas já não serem os heróis das canções pop modernas, o amor permanece um dos temas principais.
A nossa escolha musical, retirada de um amplo repertório vocal barroco, que reflete a nossa formação, foi motivado pela frescura que as Brunettes ainda geram nos ouvidos modernos. Para além disso, procuramos sempre encontrar e reapropriar-nos de repertório esquecido, como é o caso das Brunettes, a nosso ver injustamente negligenciadas nos dias de hoje. Um dos nosso programas anteriores focava-se nas Vilanelas de Kapsberger (1580-1651), as quais podem ser consideradas o contraponto exacto das Brunettes, tendo surgido um século antes em Itália.
Outro género de árias incluído neste programa são as Airs à Boire – canções humorísticas e paródicas que refletem um entusiasmo genuíno pelos prazeres da mesa e... do vinho.
A nossa escolha de instrumentação foi conduzida pelo seu uso comum e popularidade no início do século XVIII. Um dos mais apreciados instrumentos da música barroca francesa era, sem dúvida, a viola da gamba, à qual diversos compositores dedicaram as suas obras. Entre os mais famosos, encontra-se o violista Jean de Sainte-Colombe, o qual, em conjunto com o seu discípulo Marin Marais, desenvolveu o mais consumado estilo e técnica de execução para o instrumento. Na mesma família de instrumentos aparece o sopranino de viola (pardessus de viole), um instrumento com a amplitude sonora de um soprano, afinado uma oitava e uma quarta acima da viola baixo, competindo com o muito apreciado violino. O especialista deste instrumento era Nicolas Lendormy, o hoje esquecido. As suas composições são tão desconhecidas, quanto apreciáveis. No que se refere aos instrumentos dedilhados, a nossa preferência recai no arquialaúde, o qual permite, graças à sua ampla tessitura (cinco oitavas!), acomodar vozes soprano, oferecendo linhas melódicas graciosas, bem como proporcionar harmonizações e baixos graves à viola.
A guitarra barroca, importada directamente de Itália, era altamente apreciada na corte real, inspirando compositores como Robert de Visée, mais conhecido pelas suas composições para tiorba. A suite em ré menor executada neste programa está arranjada como uma típica suite de dança: prelúdio – alemanda – corrente – sarabanda – giga – gavota – bourée – minuete – passacaglia – minuete. O terceiro instrumento dedilhado presente neste concerto é o tiorbino. Sofrendo do mesmo desrespeito que o sopranino de viola, o tiorbino é literalmente uma tiorba em miniatura, afinada uma oitava acima relativamente à sua prima. Com a sua afinação penetrante e amplitude sonora extensa, proporciona cores muito especiais às partes do baixo contínuo, como em «Les Rossignols» de Elisabeth Jacquet de la Guerre, imitando as canções dos pássaros.
Uma forte característica da música barroca francesa é, sem dúvida, o uso de ornamentações e embelezamentos, tanto na música vocal, como instrumental. Uma grande parte da ornamentação é assinalada nas partituras pelo uso de sinais específicos, mas cada músico individual, conforme o seu dom de fantasia e eloquência, é suposto adicionar as suas próprias invenções. Gostamos de pensar que a magia desta música assenta no seu carácter secular, modernizado por uma sociedade abastada que gozava dos prazeres e emulação artística da Idade do Ouro de Versalhes.
Albane Imbs

EN This program focuses on French “popular” songs of the 18th century called Airs de Cour, or more specifically Brunettes. The songs appear for the first time in three volumes edited and arranged in 1703, 1704 and 1711 by Christophe Ballard (1641-1715), the Sun King’s official printer and editor of music. They totally represent a compilation of more than 516 airs.
Originally, the Brunettes were ancient popular melodies in oral tradition, most often monodies, performed a capella. Ballard added additional voices, basses and harmonization according to contemporary taste. They turned out to be an immediate and huge success in the middle and upper-middle-class and nobility. The Brunettes became equally a pedagogical repertory for teaching singing, exactly in the same manner that the actual pop songs are used today!
Christophe Ballard introduced his first volume with the song “Le beau Berger Tircis” thus giving to the “Brunettes” their name taken from a chorus “Ah ! Petite Brunete, Ah! Tu me fais mourir !”. Christopher’s son, Jean Baptiste successes his father editing several other songbooks of Brunettes and Airs de cours.
We may compare these light songs and their incredible popularity to contemporary pop music. They were extremely famous and fashionable, and except the fact that mythological figures are no more the heroes of modern pop songs, love still remains one of the main subject. Our choice of music, taken from a large vocal baroque repertory reflecting our formation, was motivated by the freshness that the Brunettes still generate for modern ears. In addition, we always strive to find and re-appropriate ourselves forgotten repertory such as the Brunettes unfairly neglected until now.
One of our previous programs focused on Villanelles of Kapsberger (1580-1651), which maybe considered the exact counterpart of the Brunettes, arising a century earlier in Italy.
Another gender of airs enclosed in this program are the Airs à Boire, - humoristic and parodic songs reflecting a genuine enthusiasm for the pleasures of the table and…the wine.
Our choice of instrumentation was conducted by their common use and popularity in the very beginning of 18th century. One of the most appreciated instruments in the French baroque music was undoubtedly the viola da gamba for which many composers dedicated their works. Among the most famous violist : Jean de Sainte-Colombe who, together with his pupil Marin Marais, developed, the most accomplished style and playing techniques for the instrument. In the same instrumental family, appears the par-dessus de viole, a soprano range instrument, tuned an octave and a forth higher than the bass viola, competing with the much-appreciated violin. The specialist of this instrument was the nowadays forgotten Nicolas Lendormy. His compositions, as unknown as appreciable. As far as the plucked instrument is concerned, we have a preference for the archlute which permits, thanks to his large tessiture (five octaves!), to accommodate sopranos voices offering gracious melodic lines, as well as supplying harmonization and low basses for the viola.
The baroque guitar was highly appreciated at the Royal court and was directly imported from Italy, inspiring composers such as Robert de Visée, most well-known for his theorbo compositions. The suite in D minor performed in this program is arranged as a typical dance suite : prelude – allemande – courante – sarabande – gigue – gavotte – bourée – menuet – passacaille – menuet. The third plucked-instrument present in the concert is the tiorbino. Suffering as much disrespect as the pardessus de viole, the tiorbino is literally a miniature theorbo tuned an octave higher than its respective cousin. With the re-entrant tuning and extended range, it provides very special colors to the Basso Continuo part, as in Les Rossignols of Elisabeth Jacquet de la Guerre, imitating the songs of the birds.
A strong characteristic of the French Baroque music, is undoubtedly the use of ornamentations and embellishments as well in vocal as instrumental music. A large part of the ornamentation is marked in the scores by using specific signs but each individual musician, according to his gift of fantasy and eloquence, is supposed to add his proper inventions.
We like to think that the magic in this music lay in its secular character modernized by a well-off society enjoying the pleasures and artistic emulation of the Golden Age of Versailles.
Albane Imbs

"Uma prova da bondade destas Árias é que, apesar da sua antiguidade, as pessoas não se cansam de as aprender e de as cantar até aos nossos dias; mesmo aqueles que possuem a Música em toda a sua extensão, sentirão prazer ao apreciar o seu carácter Terno, Fluente, Natural, sempre encantador e sem nunca causar enfado, e que fala mais ao coração que ao espírito."
Christophe Ballard, prefácio de Brunettes ou Pequenas Árias Ternas, 1703.

"A proof of the quality of these Arias is that, despite their age, people never tire of learning and singing them to the present day. Even those possessing Music in its broadest sense will appreciate their sweet, fluent and natural character. Never tiresome, these arias are unfailingly charming, speaking more to the heart than to the spirit."
Christophe Ballard, Preface to Brunettes ou petits airs tendres (Brunettes or Sweet Little Arias), 1703.

Les Kapsber’girls

PT Quatro músicas que se conheceram no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Lyon, criaram recentemente um ensemble (2015), a fim de porem em prática um entusiasmante trabalho dedicado ao reportório italiano inicial do século XVII. Les Kapsber’girls oferecem uma visão e compreensão diferente e original das fontes históricas. No seu percurso através do magnífico e poderoso cenário da música vocal e instrumental dos séculos XVII e XVIII, frequentemente inspirado por canções populares, Les Kapsber’girls conduzem-nos à descoberta de caminhos escondidos e estradas por descobrir.
O seu nome homenageia o conhecido compositor italiano Hyeronimus Kapsberger (1580-1651), sendo que a «modernidade» da sua denominação reflecte o intuito de quebrar os códigos habituais da música clássica, mantendo ao mesmo tempo um respeito real pela autenticidade, sob a forma de uma interpretação historicamente informada.
Tons e cores de estilos de música contemporânea competem com a energia e a vitalidade de tradições populares, num projecto apaixonado e dedicado, que faz a síntese entre o moderno e o antigo.
Após a sua primeira actuação no Dia do Alaúde (Paris, Abril de 2016), Les Kapsber’girls beneficiaram de residências artísticas na Académie Bach (Arques-la-Bataille, França).
Na sequência de uma série de concertos pelos quais receberam os louvores da crítica (Saison Jeunes Talents; Festival Européen Jeune Talents; Festival Labeaume en Musique; …), La Finta Pazza foi aclamado como «melhor concerto de música de câmara barroca profana de 2017» pela Operacritique, na companhia do ensemble Le Poème Harmonique.
Em janeiro de 2018, realizaram a sua primeira gravação na Cité de la Voix (Vézelay, França), sob a direcção do famoso alaudista Rolf Lislevand.
Em 2018, irão actuar, entre outros, no Brighton Dome’s Festival, London Festival of Baroque Music, na temporada do St George’s Bristol, Festival Valloire Baroque, Festival Bach (Arques-la-Bataille), Sinfonia en Périgord…Do passado, ao mesmo tempo que se dirige ao presente, consegue também tocar a seu coração. Desfrute desta experiência.

EN Four French female musicians, who met during their studies at CNSM of Lyon, have recently been creating an ensemble (2015) in order to persuade a passionate work on exciting early Italian repertoire of the 17th century. Les Kapsber’girls offer a new and different vision and understanding of historical sources. On their way through the mighty and powerful scenery of 17th and 18th century vocal and instrumental music, often inspired by popular songs, Les Kapsber’girls divert us by finding hidden paths and undiscovered roads.
Named after the well-known Italian composer Hyeronimus Kapsberger (1580-1651), the “modernity” of their appellation reflects a subtle envy of breaking down the usual codes of classical music while maintaining a real respect of authenticity in a Historical Informed Performance way.
Shades and colours of contemporary musical styles compete with the energy and vitality of popular traditions in a passionate and dedicated project of making a synthesis of modern and ancient.
Following their first public performance at the Lute’s day (Paris, April 2016), Les Kapsber’girls benefit of artist’s residences at Academie Bach (Arques la Bataille, Fr.). After several critic’s awarded concerts (Saison Jeunes Talents; Festival Européen Jeune Talents; Festival Labeaume en Musique; …), La Finta Pazza is acclaimed “best 2017 profane baroque chamber music concert” by Operacritique, in company with the ensemble Le Poème Harmonique.
In January 2018, they realise their first recording at the Cité de la Voix (Vézelay, Fr.), directed by renowned lutenist Rolf Lislevand.
In 2018, they will perform, among others, at the Brighton Dome’s Festival, London Festival of Baroque Music, St George’s Bristol season, Festival Valloire Baroque, Festival Bach (Arques la Bataille), Sinfonia en Périgord…

Albane Imbs

PT Albane Imbs descobriu o alaúde renascentista com a tenra idade de 6 anos, e frequentou as suas primeiras aulas de alaúde com Pascale Boquet. Em 2012, foi admitida no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Lyon, na classe de Rolf Lislevand, com quem aprendeu a dominar vários instrumentos dedilhados, como a tiorba, o arquialaúde e a guitarra barroca. Em 2017, obteve o mestrado em Música Antiga.
Como solista ou continuista, Albane tem actuado regularmente, por toda a Europa, com conhecidos ensembles, como Le Concert des Nations (Jordi Savall), Pygmalion (Raphaël Pichon), Kapsberger Ensemble (Rolf Lislevand), Ensemble Consonance (François Bazola).
O seu envolvimento em vários projectos musicais e masterclasses permitiu-lhe desenvolver capacidades musicais e artísticas graças a maestros de renome como René Jacobs, Hervé Niquet, Dominique Visse ou Vincent Dumestre.
Em 2015, Albane criou o seu próprio ensemble, Les Kapsber’girls, um quarteto vocal e instrumental, com o intuito de redescobrir, por caminhos menos percorridos, composições menosprezadas dos séculos XVII e XVIII.
Para além das actuações ao vivo, a pedagogia e o ensino da música formam o centro da sua actividade. Albane possui, desde 2012, um diploma em pedagogia (DUMI), e trabalha frequentemente em ambientes de ensino.

EN Albane Imbs discovered the renaissance lute at the tender age of 6 and attended her first lute lessons with Pascale Boquet. In 2012, she was admitted to the CNSMD in Lyon in the class of Rolf Lislevand with whom she learns mastering several historical plucked instruments as theorbo, archlute and baroque guitar. She obtains her master degree of Early Music in 2017.
As soloist or continuist, Albane is performing regularly within well-known ensembles such as Le Concert des Nations (Jordi Savall), Pygmalion (Raphaël Pichon), Kapsberger Ensemble (Rolf Lislevand), Ensemble Consonance (François Bazola) in all Europe.
Her engagement in various music projects and master-classes allows her to develop musical and artistic skills thanks to renowned conductors such as René Jacobs, Hervé Niquet, Dominique Visse or Vincent Dumestre.
In 2015, Albane creates her own ensemble, Les Kapsber’girls, a vocal and instrumental quartet, with the envy of rediscovering, off the beaten path, disregarded compositions of the 17th and 18th centuries.
Besides performing, pedagogy and music teaching set the core of her activity. Since 2012, Albane possesses a degree in pedagogy (DUMI) and works frequently in educational environments.

Alice Duport-Percier

PT Filha de pais músicos, Alice cresceu num rico ambiente musical e rapidamente demonstrou o desejo de cantar. Iniciou-se no canto coral no Conservatório de Saint-Priest, entrando, posteriormente, no coro juvenil da ópera de Lyon. Aqui, cantou em diversas óperas, tais como A Rainha de Espadas de Tchaikovsky, Don Giovanni de Mozart, ou Lulu de Berg. Prosseguiu o seu treino vocal com Claire Marbot, Bruno Boterf, Anne Delafosse, Monique Zanetti e Robert Expert. Especializou-se em Música Antiga no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Lyon.
Encontra-se actualmente a concluir o curso de Mestrado, ao mesmo tempo que participa como solista em diversos ensembles: Libera Me, Kapsber’girls, o duo Darshan e Concerto Soave. Procura constantemente ser a música e expressar o prazer que tem em cantar. Alice tem interesse por todos os estilos e abordagens musicais, o que lhe permite explorar um vasto repertório, académico e popular, da música medieval à pop contemporânea.

EN Daughter of musician parents, Alice grew up in a rich musical environment and quickly showed desire to sing. She starts choral singing in the conservatory of Saint-Priest, and then enters the youth choir of the opera of Lyon. There she sings in many operas such as Tchaikovsky’s The Queen of Spades, Mozart’s Don Giovanni, or Berg’s Lulu. She continues her vocal training with Claire Marbot, Bruno Boterf, Anne Delafosse, Monique Zanetti and Robert Expert. She specialises herself in ancient music at the Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Lyon. She is currently finishing her masters degree, and at the same time she sings as a soloist with plenty ensembles: Libera me, Kapsber’girls, the duo Darshan and Concerto Soave. She seeks constantly to be the music and to show the pleasure she takes from singing. Alice is curious about every style and approach of music, thus exploring a wide repertoire, academic and popular, form medieval music to contemporary pop.

Axelle Verner

PT Dançarina, designer e curiosa, Axelle Verner alimenta a sua prática de canto com estas diversas artes. Após a conclusão dos estudos realizados num horário especial, e dividido entre a escola e a música, foi admitida no Choeur d’Adulte da Maîtrise Notre-Dame de Paris, onde se dedicou ao estudo da Música Antiga. Esteve também envolvida, enquanto solista, em diversas gravações, com os ensembles Athénaïs e Capella Sanctae Crucis, cujos álbuns serão lançados pela editora Harmonia Mundi.

EN Dancer, designer and onlooker, Axelle Verner feeds its singing practice by these various arts. After studies done with a special schedule split into school and music, she was admitted the Choeur d’Adulte of Maitrise de Notre Dame de Paris, where she especially studied early music. Axelle Verner has also been involved in many recording as soloist with the ensemble Athénaïs and Capella Sanctae Crucis, whose last CD will be in store under Harmonia Mundi Label

Barbara Hünninger

PT Barbara Hünninger iniciou-se no violoncelo na Musikakademie Basel (Suíça). Aos 18 anos, após um ano de aulas privadas de viola da gamba com Silvia Tecardi, juntou-se à classe de Emmanuelle Guigues em Villeurbanne (França), e iniciou-se também no violoncelo barroco com Hilary Metzger.
Enquanto violista, frequentou a classe de Marianne Muller no CNSMD de Lyon, onde obteve o diploma de licenciatura em 2015. Ao mesmo tempo, prosseguiu os estudos de violoncelo barroco em Villeurbanne, enquanto concluía o mestrado no CNSMD.
Durante os anos de estudo, Barbara teve a oportunidade de estudar, em diversos cursos e masterclasses, com Friederike Heumann, Jordi Savall, Paolo Pandolfo, Guido Balestracci, David Simpson e Hager Hanana.
Toca regularmente com diversos ensembles de jovens de Lyon em festivais e séries de concertos, tais como Les Tribunes Baroques (CH), Festival Radio France Montpellier (FR), Les Rendez-vous de Musique Ancienne (FR) e Fringe Festival de Utrecht (NL).

EN Barbara Hünninger began the cello at the Musikakademie Basel (Switzerland). At 18 years old, after one year of private lessons of the viola da gamba with Silvia Tecardi, she joined the class of Emmanuelle Guigues in Villeurbanne (FR) and began also the baroque cello with Hilary Metzger.
She joined, as a violist, the class of Marianne Muller at the CNSMD of Lyon where she obtained the Bachelor diploma in 2015.
At the same time, she continued the baroque cello in Villeurbanne while finishing her Master degree in the CNSMD.
During her studies, Barbara had the opportunity to receive teaching in several courses and masterclasses with Friederike Heumann, Jordi Savall, Paolo Pandolfo, Guido Balestracci, David Simpson and Hager Hanana. She plays regularly with different young ensembles from Lyon in festivals and concert series, such as “Les tribunes baroques” (CH), “Festival Radio France Montpellier” (FR), “Les Rendez-vous de Musique Ancienne” (FR) and “Fringe Festival d’Utrecht” (NL).

Imprensa Press

Jean Louis Pinabel, 27/11/2016

PT «Concerto epónimo das Les Kapsber’girls, (...), uma apresentação alegre, refrescante e dinamizadora quanto possível (...). De sublinhar a enorme coesão de um grupo composto por quatro belas e fortes personalidades que conseguem exprimir-se, cada uma delas, com graça e convicção.»

EN ‘An eponymous concert of the Les Kapsber’girls, (...), a presentation as joyful, refreshing and dynamic as can be imagined (...). Especially noteworthy is the deep cohesion of a group composed of four beautiful and strong personalities, who each express themselves with grace and conviction.’

Stéphane Reecht, in ResMusica 28/11/2016

PT «Um nome marcante, duas cantoras e duas instrumentalistas. Charme, confiança, e um enorme talento: ei-las, as Kapsber’girls.»

EN ‘A striking name, two singers and two instrumentalists. Charm, confidence and fantastic talent: these are the Kapsber’girls.

David Le Marrec, in Operacritiques 30/11/2016

PT «Encontramo-nos perante quatro jovens músicas, com pouco mais de vinte anos, que verdadeiramente renovam a abordagem às primeiras árias de corte barrocas italianas, (…) que reactivam os textos (os quais narram e comunicam com verdade; nada a ver com os queixumes padronizados habitualmente apresentados) e devolvem todo o espaço aos efeitos da retórica musical.»

EN ‘These four young musicians in their early twenties breathe new life into the early arias of the Italian baroque, (...) reviving and faithfully presenting texts with a marked emphasis on musical rhetoric – far from the typically plaintive interpretations we have grown so accustomed to.’

Jacqueline Aimar, in Arts-spectacles 30/7/2017

PT Adivinhou! Não se trata, de todo, de um grupo rock! Acabadas de sair do Conservatório Nacional de Música e Dança de Lyon, ei-las aqui no programa de um festival enquanto vedetas. E que vedetas! (…) A soprano dotada de uma bela voz, poderosa e expressiva, interpreta com prazer a comédia dos papéis e das nuances nos textos das músicas. (…) Será necessário, este serão (…) entregar-se com abandono a estas músicas de outros tempos que nos falam de modo diferente. Mas que nos falam. »

EN ‘You guessed it! This is not a rock group at all! Having just left the National Conservatory of Music and Dance of Lyon, here they are as the stars of a festival. And what stars they are! (...) The soprano with a beautiful, powerful and expressive voice joyfully interprets the comedy and nuances of songs’ texts and dramatic roles. (...) Abandon yourself for an evening to these songs which, though of other times, speak to us in a different way. But speak to us they do.‘

Earlier Event: November 30
Jantar Pobre | Pauper's Dinner
Later Event: December 1
Workshop/Performance: Les Kapsber'girls