...though the title doth promise tears, unfit guests in these joyful times, yet no doubt pleasant are the teares which musick weeps, neither are tears shed always in sorrow, but sometimes in joy and gladness. Vouchsafe then your gracious protection to these showers of harmony (…) they be metamorphosed into true tears. [...embora o nome prometa lágrimas, convidadas pouco aprazíveis nestes tempos de alegria, são sem dúvida agradáveis as lágrimas que a música chora, nem sempre vertidas em tristeza mas também em alegria. Permita a vossa graciosa protecção a estes aguaceiros de harmonia que sejam metamorfoseados em verdadeiras lágrimas. - Trad. livre]
— John Dowland (?1563-1626)
 
 

@ Bozar (Bruxelles) © Filipe Faria 2015

O resultado é pura beleza, feita de saber e simplicidade. (...) A surpreendente frescura do resultado conquistou o público, e clama por uma gravação.
— Manuel Pedro Ferreira, Público *****

 

Direcção artística

Filipe Faria
Sérgio Peixoto

 

Consort base

Filipe Faria voz
Sérgio Peixoto voz
Pedro Castro flautas,
oboé barroco, charamela

Tiago Matias tiorba, vihuela,
alaúde, guitarra barroca, guitarra romântica

Mário Franco contrabaixo
Rui Silva percussão histórica

 
 
 

@ Philharmonie Luxembourg (Luxembourg) © Filipe Faria 2015

Há quinze anos a esbater a ténue fronteira entre a música antiga (viva) e a contemporânea, entre a popular de transmissão oral e a erudita.
— Luís Rei, Crónicas da Terra

© Filipe Faria 2014

Um disco do Sete Lágrimas é, em qualquer parte e qualquer tempo, um evento. (...) A inovação mora aqui!
— Jorge Calado, Semanário Expresso (Portugal) *****
O mais importante foi, talvez, a genuína alegria com que todas as peças do programa foram tocadas e cantadas. Ambos foram excelentes toda a noite e o público entusiástico recompensou os artistas com um estrondoso aplauso e pediu dois encores.
— Lukás Vytlacil, Opera PLUS (Rep. Checa) *****

@ Zámek Troja (Ceská Republika) © Filipe Faria 2014

O ensemble português Sete Lágrimas literalmente espantou um público entusiasmado em Troja [Praga] preso à sua dança de fogo como melodias de colónias portuguesas e espanholas da América do Sul e África.
— Vladimír Rí, Novinky (Rep. Checa)
El mestizaje a través de la diáspora - Un debut de éxito del ensemble portugués Sete Lágrimas. (...) Las voces de Faria y Peixoto son muy flexibles, muy dulces cuando entonan polifonía e incluso más teatrales y rítmicas.
— Eduardo G. Salueña, La Nueva España

Fundado em 1999 por Filipe Faria e Sérgio Peixoto, Sete Lágrimas assume o nome da inovadora colecção de danças do compositor renascentista John Dowland (1563-1626) publicadas por John Windet em 1604 quando o compositor era alaudista de Cristiano IV da Dinamarca.

Profundamente dedicados aos diálogos da música antiga com a contemporaneidade bem como da música erudita com as tradições seculares, Sete Lágrimas juntam músicos de diferentes horizontes musicais em torno de projectos conceptuais animados tanto por profundas investigações musicológicas como por processos de inovação, irreverência e criatividade em torno dos sons, instrumentário e memórias da música antiga.

Nestes projectos são identificáveis os diálogos entre a música erudita e a popular, entre a música antiga e a contemporânea e entre a secular diáspora portuguesa dos descobrimentos e o eixo latino mediterrânico convertidos em som através tanto da fiel interpretação dos cânones interpretativos da música antiga como de uma aproximação a elementos definidores da música tradicional ou do jazz.

Un tour du monde musical avec un prestigieux ensemble portugais. [Uma volta ao mundo musical com um prestigiado ensemble português.]
— Festival Big Bang, Bozar, Bruxelas

Desde a sua fundação, o grupo desenvolve uma intensa actividade concertística de mais de trezentos e cinquenta concertos em doze países da Europa e Ásia, de onde se destacam: Portugal (Centro Cultural de Belém 2009/2011/2012/2013/2014/2015, Fundação Calouste Gulbenkian 2008/2015, Festival Terras sem Sombra 2003-2010 (como ensemble residente), Encontros de Música Antiga de Loulé 2006/2015, Festival de São Roque 2008/2009/2012), Museu de Aveiro 2010/2012, Festival das Artes de Coimbra 2011, Festival dos Capuchos 2012, Festival Internacional de Música da Madeira 2010, Festival Internacional de Música dos Açores, 2010 Festival Fora do Lugar 2012, Festival de Leiria 2011/2013, Festival de Almada 2013, etc…), Bulgária (Sliven 2011), Itália (Ravenna 2011, Festival Internazionale W. A. Mozart a Rovereto 2012), Malta (BirguFest 2011), Espanha (Festival de Música Antigua de Gijón 2010, Festival de Música Antigua de Úbeda y Baeza 2011, Museo Nacional de Valladolid 2011/2013, Fundación Juan March/Madrid 2012, Villaviciosa 2012, Abulensis Festival Internacional de Musica 2012…), China (Macau Internacional Music Festival 2011), Suécia (Stockholm Early Music Festival 2012), França (Festival Baroque de Sablé 2012, Opera de Lille 2013), Bélgica (Gent Festival van Vaanderen 2012, Flemish Opera/Gent 2013, Bozar/Bruxelles 2013), Noruega (Stavanger Konzerthus 2013), República Checa (Prague Early Music Festival 2014), Luxemburgo (Philharmonie Luxembourg/Salle de Musique de Chambre 2014), etc...

Sete Lágrimas chama, regularmente, aos seus projectos, músicos convidados das áreas da música antiga como María Cristina Kiehr (Argentina), Zsuzsi Tóth (Hungria) ou Ana Quintans (Portugal) e da música tradicional, jazz e do mundo como Mayra Andrade (Cabo Verde), António Zambujo (Portugal) ou Adufeiras de Monsanto (Portugal).

No contexto dos projectos de diálogo entre a música antiga e a contemporânea “Kleine Musik” (MU0102/2008), “Silêncio” (MU0106/2009) e “Vento” (MU0108/2010), Sete Lágrimas estreia obras, especialmente dedicadas ao consort, dos compositores Ivan Moody (Inglaterra), João Madureira (Portugal), Andrew Smith (Noruega) e Christopher Bochmann (Inglaterra) sob encomenda da produtora Arte das Musas, dirigida por Filipe Faria. Em 2011 Sete Lágrimas apresentou, em estreia mundial, no Festival das Artes de Coimbra, a encomenda da obra “Lamento” ao escritor José Luís Peixoto, vencedor do Prémio Literário José Saramago, e ao compositor João Madureira.

As múltiplas intersecções atingem uma coalescência delicadamente poderosa. Os tenores Filipe Faria e Sérgio Peixoto cantam com leveza, clareza e um grande poder expressivo. Bem gravado e editado com bom gosto, Kleine Musik esbate as fronteiras entre o antigo e o novo de uma forma que lembra o melhor da religião e da arte.
— Robert Levett, International Record Review

Em Portugal como no estrangeiro, as temporadas de concertos e a sua extensa discografia é consistentemente elogiada pela crítica e pelo público. Os seus onze títulos - “Lachrimæ #1” (MU0101/2007), “Kleine Musik” (MU0102/2008), “Diaspora.pt: Diáspora, vol.1” (MU0103/2008), “Silêncio” (MU0106/2009), “Pedra Irregular” (MU0107/2010), “Vento” (MU0108/2010) “Terra: Diáspora, vol.2” (MU0110/2011), “En tus brazos una noche” (MU0109/2012) e “Península: Diáspora. vol.3” (MU011/2013),  “Cantiga” (MU0113/2014) e o poema gráfico com texto e ilustrações de Filipe Faria e música de Sete Lágrimas “Um dia normal” (Livro + CD MU0116/2015) - recebem frequentemente o número máximo de estrelas (5 em 5), Escolha do Editor, Melhor do Ano, etc, nos principais jornais, rádios e revistas de Portugal. Internacionalmente destacam-se as críticas discográficas na International Record Review, Doce Notas, Goldberg, etc.. ou as críticas aos concertos na Europa e na Ásia.

Filipe Faria e Sérgio Peixoto interpretaram as canções com habilidade, humor e fervor...
— Aftonbladet (Suécia)

Em 2008, 2011 e 2012 os três títulos do projecto Diáspora atingem o primeiro lugar do TOP de vendas das lojas FNAC. Em 2010, “Diaspora.pt” foi eleito no “Guia da Música Clássica” da mesma cadeia de lojas como “Discografia Essencial” e a carreira do Sete Lágrimas destacada na publicação “Alma Lusitana”.

Em 2011/2012 Sete Lágrimas é convidado para assumir o estatuto de Ensemble Associado da Temporada do Centro Cultural de Belém (CCB/Lisboa) tendo apresentado o “Tríptico da Terra” em três concertos esgotados.

A convite da rádio clássica RDP Antena 2 Sete Lágrimas foi, em 2014, o representante português no projecto europeu da UER/EBU Union Européenne de Radio-Télévision - EURORADIO Christmas Folk Music Project - emitido em 30 rádios de 28 países como a BBC Radio 3 ou a France Musique.  

A sua discografia integra regularmente as playlists das rádios clássicas de vários países europeus como Espanha (RNE Rádio Clásica), Inglaterra (BBC Radio 3), República Checa (Český rozhlas/Czech National Radio), Bósnia (Radio Beograd), Portugal (Antena 2/TSF/Antena 1...), etc...

Os arranjos e combinações são inventivos e a qualidade da execução vence tudo, produzindo texturas variadas. (...) Não admira que os Sete Lágrimas tenham conseguido criar o seu próprio nicho num apertado panorama internacional. (...) Um exemplo do bom gosto que preside a tudo o que sai das cabeças deste Consort. Como dizem os americanos: “A Class Act!”
— Jorge Calado, Semanário Expresso, Review *****

Nas temporadas 2015/2017 o consort tem agendada uma série de concertos em Portugal: Centro Cultural de Belém (Pequeno Auditório, Lisboa), Seminário Menor de Braga, Festival Reencontros: Memórias Musicais de um Palácio (Sintra), Festival Fora do Lugar (Idanha-a-Nova), Fundação Calouste Gulbenkian (Grande Auditório, Lisboa), Festival Todos (Lisboa), Comemorações 500 anos da morte de João Roiz (Castelo Branco), Centro Cultural de Belém/Festival Dias da Música em Belém (Lisboa), Festival Internacional de Música de Espinho, etc...

Sete Lágrimas tem o apoio do Ministério da Cultura (Governo de Portugal) e da Direcção-Geral das Artes desde 2003. É representado pela produtora Arte das Musas e editado pela etiqueta MU/Arte das Musas.

© RDP Antena 2 @ Fundação Calouste Gulbenkian

A “marca Sete Lágrimas” (cada vez mais reconhecível não só pelos timbres de Filipe Faria e Sérgio Peixoto e pela natureza dos seus arranjos, mas também pelo seu estilo de interpretação vocal) é tão importante como a própria música.
— Cristina Fernandes, Público ****

Crítica ***** Jornal Público, Manuel Pedro Ferreira

O resultado é um diálogo admirável.
— Time Out

© RDP Antena 2 @ Fundação Calouste Gulbenkian

 
 
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+ CONSORT

desde 1999

Solistas convidados

María Cristina Kiehr, soprano (Argentina)
Zsuzsi Tóth, soprano (Hungria)
António Zambujo, fadista (Portugal)
Mayra Andrade, cantora (Cabo Verde)

Legenda

[1] CD Lachrimae #1 (2007)
[2] CD Kleine Musik (2008)
[3] CD Diaspora.pt (2008)
[4] CD Silêncio (/2009)
[5] CD Pedra Irregular (2010)
[6] CD Vento (2010)
[7] CD En tus brazos una noche (2012)
[8] CD Terra (2011)
[9] CD Península (2013)
[10] CD Cantiga (2014)
[11] CD Um dia normal (2015)
[12] CD Missa Mínima (2016)

Voz

María Cristina Kiehr (Argentina)
Ana Quintans [2]
Zsuzsi Tóth (Hungria) [4]
Mónica Monteiro [5]
Rosa Caldeira [3]
Orlanda Velez Isidro
Alexandra Moura
Mayra Andrade (Cabo Verde)
António Zambujo [3]

Flautas

Pedro Castro [2] [3] [4] [5] [7] [8] [9] [10] [11] [12]
Inês Moz Caldas [1] [2] [3] [4] [7]
Marco Magalhães [1]
Paulo Gonzalez (Espanha)
Sofia Norton
Tiago Simas Freire

Oboé barroco*, oboe da caccia** e charamela***

Pedro Castro * ** *** [2] [3] [4] [5] [8] [9] [10] [11] [12]
Andreia Carvalho*

Tiorba, alaúde, vihuela, guitarra barroca e guitarra romântica

Hugo Sanches [2] [3] [4] [5] [6] [8]
Tiago Matias [3] [4] [5] [7] [10] [11]
André Barroso [1]

Viola da gamba

Sofia Diniz [6] [7] [8] [9]
Kenneth Frazer (1948-2011) [1] [2]
Susana Moody
Mafalda Larisch Frazer
Carmina Repas Gonçalves

Violone

Duncan Fox [2] [3] [9]
Christine Sticher (Alemanha)

Contrabaixo

Mário Franco [8] [10] [11]
Luísa Marcelino

Percussão histórica

Rui Silva [8] [9] [10] [11]
Fernando Marques Gomes [3]
Sofia Borges

Violino barroco

Denys Stetsenko [3] [5]

Violoncelo barroco

Diana Vinagre [4] [5]
Ana Raquel Pinheiro
Isabel Figueroa
Kenneth Frazer (1948-2011) [1]

Contrabaixo barroco

Marta Vicente [5]

Órgão e cravo

Sérgio Silva [5]
Flávia Almeida Castro

Guitarra

Gonçalo Gouveia

Guitarra portuguesa

Eurico Machado [3]

Outros convidados

Coro Voces Caelestes
Adufeiras de Monsanto
Coro Magis

 
 

 

Discografia

 
 

Missa Mínima

MU0116/2016

As terras de Idanha, as suas paisagens e gentes são, desde sempre, inspiração para a criação musical. Neste território coexiste memória e criatividade, passado, presente e futuro como se fossem um só. Aqui é possível ouvir o ar enquanto se escrevem os primeiros intervalos de uma frase nova... e nesses sons fica este ar. A Missa Mínima é uma obra composta em dois períodos a dezasseis anos de distância um do outro (1999-2015). Antes e depois de qualquer coisa, de muita coisa... mas por que ordem?

Missa Mínima
de Filipe Faria (n. 1976) Sérgio Peixoto (n.1974)

Filipe Faria voz e tambor
Sérgio Peixoto voz e crótalos
Pedro Castro flautas

01 Kyrie
02 Stabat Sancta Maria
03 Gloria
04 Popule meus
05 Credo
06 O magnum mysterium
07 Sanctus
08 Venite exultemus Domino
09 Agnus Dei
10 Lamentatio I (Lam 1:2)
11 Lamentatio II (Lam 2:8) 
12 Lamentatio III (Lam 3:24)
13 Lamentatio IV (Lam 4:10) 
14 Lamentatio V (Lam 5:16)

Apoios
Ministério da Cultura
Direcção-Geral das Artes
Município de Idanha-a-Nova (UNESCO Creative City of Music)

Missa Mínima
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Um dia normal

MU0115/2015
LIVRO + CD
Língua: Português

Poema Gráfico de Filipe Faria (texto e ilustrações) com música de Sete Lágrimas.

Filipe Faria voz
Sérgio Peixoto voz
Pedro Castro flautas e oboé barroco
Tiago Matias tiorba, guitarra barroca e guitarra romântica
Mário Franco contrabaixo
Rui Silva percussão histórica

Apoios
Secretaria de Estado da Cultura
Direcção-Geral das Artes

Um dia normal
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Cantiga

MU0113/2014

"Cantiga é uma obra musical desdobrada em palavras (versos) e som (música). O assunto da sua letra pode ser profano ou religioso. Neste último caso estão as Cantigas de Santa Maria compiladas na corte de Afonso X, rei de Leão e Castela (1252-84); no primeiro, estão cerca de 1680 textos, compostos entre finais do século XII e meados do século XIV, conhecidos através do Cancioneiro da Ajuda, do Cancioneiro da Biblioteca Nacional ou Colocci-Brancuti, e do Cancioneiro da Vaticana. Nestes cancioneiros, estão representadas mais de quinhentas cantigas d'amigo.
Amigo é aquele por quem ũa moça confessadamente se enamora. Este amor, de que são cúmplices a madre e as amigas íntimas da donzela (irmanas), constitui o horizonte temático do poema. Amigo, ũa moça (ou equivalentes), madre e irmana são as palavras-chave que, usadas nos primeiros versos de um texto, indicam ao ouvinte a sua pertença a este género poético."
Manuel Pedro Ferreira

Filipe Faria voz
Sérgio Peixoto voz
Pedro Castro flautas, oboé barroco e gaita de foles
Tiago Matias alaúde, vihuela e saz
Mário Franco contrabaixo
Rui Silva percussão histórica

01 Ai Deus, se sab'ora meu amigo
02 Quantas sabedes amar amigo
03 Ai ondas que eu vim veer
04 Eno sagrado em Vigo*
05 Mandad'hei comigo
06 Mia irmana fremosa, treides comigo
07 Ondas do mar de Vigo

Conceito original de Filipe Faria e Sérgio Peixoto segundo edição crítica de Manuel Pedro Ferreira in "O Som de Martin Codax", Imprensa Nacional Casa da Moeda, Lisboa, 1986

Arranjos musicais de Filipe Faria e and Sérgio Peixoto

* Música de Filipe Faria e and Sérgio Peixoto

Apoios
Secretaria de Estado da Cultura
Direcção-Geral das Artes

Cantiga
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Península (Diáspora, vol.3) (MU0111/2013)

Terceiro volume do projecto Diáspora. Para lá de caravelas e de Boa-Esperança a relação de Portugal com o mundo nasce de uma vontade de mudança... Com a expansão portuguesa do século XV inicia-se um período de aculturação e miscigenação que influencia mutuamente as práticas musicais dos países dos Descobrimentos e de Portugal e muda a configuração do nosso “ADN” colectivo para sempre... O projecto Diáspora conta já com três títulos: “Diaspora.pt” (2008), “Terra” (2011) e “Península” (2012) e mergulha nos géneros e formas musicais dos cinco continentes de ontem e de hoje, arriscando novas fórmulas interpretativas de repertórios populares e eruditos do século XVI ao século XX, do vilancico ibérico ao fado, dos vilancicos “negros” do século XVI/XVII ao “chorinho” brasileiro, passando pelas “mornas” africanas e pelas canções tradicionais de Timor, Macau, Índia, Brasil, etc... Uma vertigem experimental pela viagem, caminho, peregrinação, terra, água, saudade e pelo que ficou hoje depois de todos os ontem...

Península (Diaspora, vol.3)
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Terra (Diaspora, vol.2) (MU0110/2011)

Segundo volume do projecto Diáspora. Para lá de caravelas e de Boa-Esperança a relação de Portugal com o mundo nasce de uma vontade de mudança... Com a expansão portuguesa do século XV inicia-se um período de aculturação e miscigenação que influencia mutuamente as práticas musicais dos países dos Descobrimentos e de Portugal e muda a configuração do nosso “ADN” colectivo para sempre... O projecto Diáspora conta já com três títulos: “Diaspora.pt” (2008), “Terra” (2011) e “Península” (2012) e mergulha nos géneros e formas musicais dos cinco continentes de ontem e de hoje, arriscando novas fórmulas interpretativas de repertórios populares e eruditos do século XVI ao século XX, do vilancico ibérico ao fado, dos vilancicos “negros” do século XVI/XVII ao “chorinho” brasileiro, passando pelas “mornas” africanas e pelas canções tradicionais de Timor, Macau, Índia, Brasil, etc... Uma vertigem experimental pela viagem, caminho, peregrinação, terra, água, saudade e pelo que ficou hoje depois de todos os ontem...

Terra (Diaspora, vol.2)
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En tus brazos una noche (MU0109/2012)

Dedicado à colecção integral dos Romances e Canções seiscentistas sobreviventes do compositor português Manuel Machado (Lisboa, c.1590 - Madrid, 1646). “En tus brazos una noche” inspira-se numa obra de grande beleza retórica de enorme valor e em parte desconhecida. 

En tus brazos una noche
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Vento (MU0108/2010)

Dedicado à integral da obra “Missa de Pentecostes” de João Madureira (n. 1971) escrita para Sete Lágrimas e estreada em 2010. 

Vento
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Pedra Irregular (MU0107/2010)

Dedicado ao nascimento do Barroco em Portugal e à obra de Almeida (c-1702-1755?), Melgaz (1638-1700), Teixeira (1707-1774) e Seixas (1704-1742). Com a soprano Mónica Monteiro como convidada.

Pedra Irregular
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Silêncio (MU0106/2009)

Um projecto de nova música sacra para a estética e instrumentário da música antiga que contemplou a encomenda e estreia de obras a Ivan Moody (n. 1964), “Genesis”, Andrew Smith (n. 1970), “Lamentations” e João Madureira (n. 1971), “Passio”. Com a soprano Zsuzsi Tóth (Hungria) como convidada.

Silêncio
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Diaspora.pt (Diaspora, vol.1) (MU0113/2008)

Primeiro volume do projecto Diáspora que explora as relações estéticas, conceptuais e linguísticas da música dos países do cinco continentes visitados pelos Descobrimentos, pela secular diáspora cultural portuguesa e pela lusofonia. Com Rosa Caldeira e Eurico Machado como convidados e António Zambujo como convidado especial.

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Kleine Musik (MU0112/2008)

Projecto de música antiga e contemporânea dedicado ao compositor alemão Heinrich Schütz (1585-1672) que contemplou a encomenda e estreia de nove peças ao compositor inglês Ivan Moody (n. 1964) sobre os mesmos textos musicados por Schütz no século XVII. Com a soprano Ana Quintans como convidada.

Kleine Musik
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Lachrimae #1 (MU0101/2007)

Dedicado à música antiga europeia. De Schütz (1585-1672) a Martini (1706-1784) e Corelli (1653-1713). Este primeiro CD veio iniciar um projecto de edição com a parceria da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de Portugal (antes Ministério da Cultura), com a Direcção-Geral das Artes e com a empresa filantropa portuguesa Delta Cafés com grande repercussão e elogio na crítica da especialidade.

Lachrimae #1
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